Boas vindas

O objetivo principal deste blog é edificar vidas.

Os artigos e informações aqui contidas visam tão somente tornar as pessoas mais conscientes de si; seguras na busca do entendimento sobre o mundo, os fatos, as pessoas; acreditem mais na construção de um mundo melhor e na beleza da criatura humana. Bom proveito !

Google Translator

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O recall em educação

É bastante comum, ver-se na mídia, avisos da indústria automobilística, informando falha na fabricação de determinado veículo e convocando os proprietários para o comparecimento em qualquer de suas concessionárias, a fim de corrigir a falha detectada. Do detectar ao corrigir, tudo é feito com coragem e muita precisão. Embora desgaste um pouco a imagem da empresa, pelo fato do proprietário ter de ir à concessionária, não deixa de ser percebido: o zelo ao detectar; a humildade em anunciar; o empenho nas providências tomadas. Comparando esse procedimento com a educação, constatamos: 1) a família e a escola, também cometem falhas no processo de formação do filho-aluno; 2) para detectar falhas é exigido zelo, percepção e esforço; 3) assumir as falhas, requer humildade; 4) o esconder só traz prejuízos); 5) anunciar às pessoas envolvidas, é de fundamental importância; 6) o definir e tomar providências, faz obter bons resultados; 7) trabalhar em conjunto, família e escola, torna a ação mais prazerosa. É urgente, urgentíssimo, o trabalho simultâneo e harmonioso entre família e escola, pois as falhas em educação são muitas: notas baixas, falta de compromisso, desrespeito, preguiça, ausência de limites, indisciplina, agressividade, mentira, fraude, ciúmes, insegurança, medo, angústia, insatisfação, pouca leitura, má distribuição do tempo, em especial, quanto ao sono, estudo, lazer..., brincadeira excessiva, relaxamento, gastos desnecessários e alimentação precária. É de urgência absoluta a prática do recall em educação, pois, embora não tenha a mesma precisão da indústria automobilística, vez tratar-se de peças, máquinas e não de gente, pessoas, terá a mesma função e finalidade: corrigir falhas, obter sucesso.

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Esse é o caminho, andai nele


Podemos resumir as teorias existentes sobre o comportamento humano em duas linhas de raciocínio: ensinar o caminho ou deixar que ele seja descoberto. Apesar de serem extremamente diferentes, via de regra, usamos ambas, alternadamente. Ora estamos a mostrar o caminho, ora a esperar que seja descoberto.  O fato de, no decorrer da nossa existência, utilizarmos as duas, mesmo sendo opostas, denota, aparentemente, uma grande incoerência, ou, então, ficamos devendo uma contundente explicação.
Acredito que muitas vezes se trata de incoerência mesmo. Conscientes ou não, agimos de maneira confusa e isso gera inquietação naquele com quem nos relacionamos, seja quem for: namorado, cônjuge, filho, aluno, colega, parente, colaborador ou cliente. Ele fica literalmente perdido, sem entender a nossa linha de conduta, pois numa situação A, agimos de uma forma, enquanto na situação B, mesmo sendo idêntica, agimos diferentemente. Pensou que nossa ação fosse X e ela foi Y. Essa incoerência pode ser aparente ou autêntica. Aparente porque demonstra incoerência, embora na realidade, muitas vezes, não o seja. A incoerência é autêntica quando na essência foi entendida e se configurou realmente uma atitude bem diferente da assumida noutra ocasião.
Acredito também que quando, às vezes, misturamos em nossas ações a teoria do ENSINA O CAMINHO com a teoria do DEIXA QUE ELE DESCUBRA O CAMINHO ,não é porque somos incoerentes (nem aparentemente nem no real), mas sim porque nos falta convicção para aplicar em determinada situação a teoria A ou B. E nesse particular a criatura humana é muito contundente, não permanece naquilo que não acredita. Age de um modo, porque acredita que ser o melhor ,e muda quando acha que não é mais. Somos, neste particular, mutáveis e até certo ponto devemos dar graças a Deus por isso. Apenas, por outro lado, não devemos mudar apenas por mudar, sem uma análise mais profunda da mudança. Essa falta de análise é um procedimento que leva a uma rotatividade prejudicial, atingindo a si e àqueles com quem nos relacionamos. Daí porque o mudar não pode ser moda, deve resultar de uma análise profunda da situação.
Para adquirirmos convicção interior ao ponto de dizermos para alguém “esse é o caminho, andai nele”, é necessário uma série de experiências, conhecimentos e acima de tudo uma conduta muito exemplar, para que o outro acredite que o caminho realmente é esse. Falta-nos, nesse particular, autoridade de vida. Nossa vida nem sempre dá segurança às pessoas com quem convivemos. Daí porque quando dizemos “esse é o caminho” ninguém segue. A vida que levamos é a nossa autoridade maior. Só quem sabe o que é viver é que pode dizer “esse é o caminho”. Seguir ou não esse caminho é da alçada não de quem mostra, mas de quem escuta. Quem tem autoridade para mostrar o caminho, tem virtude suficiente para não impor o seu segmento, mas espera pacientemente que o outro descubra se é esse mesmo o caminho ou não.
Nos nossos dias, na nossa casa ou mesmo no país, está faltando quem tenha condições de mostrar o caminho. Muitos o estão mostrando, mas sem vivência para tanto. Daí não acreditarmos. É necessário seguir alguém (e pode ser você) que, primeiramente em casa e depois nos demais segmentos sociais, aprenda o caminho e com vivência comprovada possa dizer “esse é o caminho, andai nele.”. E depois deixar livremente que se descubra qual o caminho melhor a seguir.

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Expectativa dos Pais X Projeto dos Filhos

Dias após a experiência exposta no artigo anterior (clique aqui para ler), assisti uma abordagem, em uma escola de Fortaleza, apresentada pelo Dr. Francisco Cavalcante Vale, médico psiquiatra e analista, abordando o tema Expectativa dos pais X projeto dos filhos. Eis parte das anotações: 1) viver não é fácil e nem simples, a sabedoria está em não complicar; 2) o abandono ou a superproteção pode comprometer a autonomia e auto-estima; 3) a escolha da profissão não é imutável, a mudança pode ser saudável; 4) o processo de escolha deve ser bem elaborado e conjuntamente bem articulado ao projeto de vida; 5) há uma forte influência da mãe sobre a escolha profissional; 6) a influência dos amigos na escolha profissional é pouca, já no desenvolvimento da carreira profissional é grande. Como se percebe, em palestras, artigos, filmes, livros, frases ... coletamos grandes ensinamentos, restando a cada um de nós apenas saber conectar aos fatos do cotidiano, as experiências aprendidas.


José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

A forte relação entre estudo e projeto pessoal

Vibrei muito, muito mesmo, quando uma jovem mãe, pós-graduada, trabalhando dois expedientes, expos a sua experiência ao administrar, a relação, às vezes tensa, com o filho de 16 anos, no tocante ao equilíbrio entre estudo, namoro, diversão, sono, malhação, alimentação, vida espiritual e o sonhado projeto de vida. O que presenciei passo agora para os queridos leitores. O filho, inteligente, sociável, obediente, mas logo após os 12 anos veio o encanto com a vida e começou a relaxar nos estudos, pois as demais atividades eram bem mais empolgantes. Apesar do constante diálogo com o filho, as notas da escola foram baixando. No princípio, só em algumas matérias. Depois em mais outras, e ultimamente em quase todas. Ela, a mãe, já tinha utilizado todo tipo de argumento, mas as notas continuavam baixas. Quando chegou o boletim da 2ª. etapa estava um horror! Ai teve a ideia, após muita reflexão e oração, de chamá-lo e, em vez de analisar as notas, sugerir que ele, por um período de dois dias, refletisse e explicasse para ela a relação entre as notas obtidas e a realização de seu projeto de vida, que era “fazer o vestibular para o curso de Direito na USP, estudar lá por um ano, trabalhar e juntar dinheiro para passar um ano nos Estados Unidos, retornando para concluir o curso na USP e, após concluir, vir exercer a advocacia em Fortaleza, sabendo que teria boas oportunidades, por ter feito o curso em São Paulo e morado no exterior”. Esse diálogo foi com seriedade e respeito ao filho e aos seus projetos. Nada de “bronca” ou ironia e nem de ameaça desafiadora. Pelo contrário, reafirmou o amor e a confiança que tinha nele. Passados os dois dias, já era domingo à tarde, tiveram uma conversa muito proveitosa. Ele entendeu a forte relação entre o ser hoje e a realização do projeto de vida. Daí para frente, a mudança foi racional. Com serenidade, foi sincronizando a rotina com o ideal de vida. Falou isso com os colegas e amigas, para eles entenderem a negação de algumas saídas. Agora está mais consciente da necessidade de lutar por um propósito maior. Ele entendeu que para o seu grande projeto, tinha de estudar muito, muito; para um projeto médio, tinha de estudar muito; para um projeto pequeno, tinha de estudar normal. Com isso, vi a grande importância de vivermos ensinar aos nossos filhos o paralelo entre projeto e estudo.


José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

Acredito no Brasil, ainda que


No momento em que o povo brasileiro está, em sua quase totalidade, decepcionado e revoltado com a forte incidência de práticas constantes de corrupção, em todas as esferas e segmentos sociais, inclusive entre as pessoas que conhecemos ou até mesmo convivemos, é necessário que haja um esforço, mesmo que espinhoso, para não perdermos a esperança de dias melhores, composta de pessoas corretas, leais, íntegras e transparentes. Mesmo que a caminhada em busca da vitória demonstre ser difícil é bom não se esquecer que ao se perder uma batalha, não significa que perderemos a guerra, como do mesmo modo, quem ganhou uma batalha não deve pensar que ganhou a guerra.
A existência é mais do que um perder ou ganhar. A vitória não é de quem ganha e, sim, de quem não perde a esperança. Ganhar e não ter esperança é pior do que perder e continuar confiante.
Para ter dias melhores é necessário não perder as esperanças. É preciso acreditar. É importante ir em frente. O Brasil necessita, mais do que nunca, que os seus filhos não percam a esperança de mudar esse quadro de corrupção para um cenário limpo, puro e belo, pois com certeza esse é o desejo de milhões e milhões de Brasileiros.
Nada melhor, nesse momento, do que se posicionar como o profeta Habacuque se posicionou numa época em que poucos acreditavam na existência de Deus:
“Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira e ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação.”
Pelo amor às gerações mais novas e às futuras gerações, acreditemos nesse imenso país, ainda que...

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

sábado, 3 de dezembro de 2011

Conhecendo pelos gastos


Existem várias maneiras de se conhecer as pessoas. Dizem que até pelo andar é possível se perceber um pouco da personalidade de cada um. Também, através da letra pode-se conhecer muito da vida de uma pessoa. O conhecimento humano evoluiu bastante nesse sentido. E mesmo assim cada vez conhecemos menos uns aos outros. Entretanto, uma das maneiras de conhecermos uma pessoa é através do modo como gasta ou aplica o seu dinheiro. Pelo caminho das despesas podemos conhecê-la, mesmo sem nunca tê-la visto. O modo como administramos o nosso dinheiro diz muito do que pensamos ou queremos. Ele denuncia o nosso modo de ser. É através dele que, retratamos o nosso mundo interior. Diz a Bíblia que onde estiver o nosso tesouro aí estará o nosso coração. Prova evidente da nossa inclinação é o modo como gastamos o dinheiro que ganhamos ou possuímos.
Daí a necessidade de analisarmos como gastamos o nosso dinheiro. É possível que venhamos a nos conhecer melhor e tirarmos conclusões preciosas sobre nossa vida. Se gastamos muito com determinada coisa e quase nada com outras, é possível que isso venha denunciar as nossas preferências ou, até mesmo o exagero, às vezes em detrimento das outras coisas bem mais importantes. Se este gasto exagerado é com produto de beleza, demonstramos que somos pessoas que primam pela aparência e que somos possuidores de certa vaidade. Até aí tudo bem. Mas, se em contra partida não gastamos nada com uma pessoa em crise, então revelamos que somos insensíveis ao sofrimento humano e portadores de uma boa dosagem de egoísmo. Se as nossas despesas de casal com o lazer são elevadas e quase nada gastamos com os divertimentos das crianças, mostramos que somos um casal de mais curtição entre si, do que com os filhos. O inverso também não é bom. Gastar muito com os filhos e quase nada como casal, tira a beleza e ó equilíbrio da vida a dois.
Como se percebe, uma das maneiras de conhecermos a nós próprios é analisando o que, quanto e com quem gastamos o nosso dinheiro. Também para conhecermos bem uma pessoa, mesmo não convivendo com ela, basta que analisemos como gasta o seu dinheiro. Ai, com certeza, descobriremos um mundo fantástico de valores, filosofia e estilo de vida.
Todavia, esse assunto é de foro muito íntimo. Não podemos analisar facilmente os gastos de uma pessoa. Afinal o dinheiro é dela e ninguém deve julgar o seu uso. Uma coisa, entretanto, podemos fazer. É analisarmos os nossos gastos e meditarmos sobre o porquê e a proporção de cada um. E isso deve ser feito com equilíbrio e muita honestidade. Só assim poderemos tirar lições preciosas para as nossas vidas
Nunca devemos nos esquecer que pelos gastos podemos conhecer uma pessoa, pois eles transmitem o estilo e os princípios da vida de cada um.



José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um pedido diferente


Chegou o mês de dezembro. Termina mais um ano. O ano anterior está indo embora, com todas as suas frustrações, decepções, cansaços ou mesmo vibrações, alegrias e disposições. Bom para uns, ótimo para outros e péssimo para muitos. O fato é que logo mais, o ano que se finda, já não mais existe. Passará a ser apenas história, recordação. Se alguma coisa durante este ano não deu certo ou grave erro cometemos, não tem como retornar e corrigir. O tempo não volta, é implacavelmente dinâmico. As falhas ou omissões nele ocorridas só podem ser reparadas no próximo tempo. Daí porque a vida é sempre uma oportunidade. Apesar do tempo não voltar, sempre surge um novo tempo.
Assim, o iniciar de um novo ano é sempre uma esperança, pois nele temos uma nova oportunidade para realizarmos aquilo que no ano anterior não conseguimos. O iniciar de um ano é sempre o renascer de uma esperança. Daí porque sempre no limiar do ano novo costumamos ter propósitos novos, ou renovados, e aproveitamos as expectativas para fazer pedidos. Pedidos de proteção à saúde, de oportunidade de novo emprego, de êxito nos empreendimentos, de acertos no relacionamento amoroso, de equilíbrio na vida interior, de realização na vida emocional.
Por outro lado, também nos preocupamos com o destino da sociedade brasileira. Ela precisa  consolidar o seu caminho e isso não é fácil. Acredito que cada um de nós tem sempre o desejo de presentear nosso país com uma vida melhor. É isso que a nova geração aguarda ansiosamente. Antes, nós duvidávamos que isso acontecesse. Tratava-se apenas de um sonho, de uma esperança de que isso viesse acontecer logo. Havia uma oscilação muito grande, uma verdadeira mistura de esperança com descrença, ora prevalecendo um, ora outro.
É justo que aproveitemos o início do novo ano para pensar e repensar sobre nós, sobre os nossos e sobre a sociedade brasileira. E nessa sociedade brasileira estão incluídos não só os problemas nacionais, mas acima de tudo os problemas do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso Estado e da nossa Região. Também está incluída em nossa sociedade a preocupação com os países do Sul da América, com os países devedores, com os países da América Latina, com a crise dos países considerados até então inabaláveis, com a instabilidade da da zona do euro e com as transformações e turbulências do mundo Árabe
Toda essa preocupação é correta e muito necessária. Porém, a maior delas deve ser com a nossa própria pessoa. Não no sentido do prevalecimento do ego, mas, no sentido de nos encontrarmos, de nos organizarmos no mundo interior para nos tomarmos saudáveis, fortes e preparados para ajudar outros. Nesse sentido, quando estamos bem, temos condições de ajudar ao próximo. Daí porque a nossa preocupação deve ser com os outros, mas sem esquecer que se não estivermos bem, nada ou quase nada podemos fazer pelos demais. É esse o critério utilizado pela tripulação de uma aeronave, quando fornece orientação a os passageiros, em caso de faltar oxigênio: “coloque a máscara primeiro em você e só depois na criança”. É que, se não estivermos saudáveis, dificilmente podemos socorrer alguém.
Cabe, portanto, agora, no momento em que termina um ano e outro se inicia, fazermos propósitos com relação a todos os ângulos da nossa vida, não se esquecendo de pedir a Deus que nos ajude em todos os momentos, principalmente naqueles que mais vão exigir de nós e  nos  proporcionar um crescimento como pessoa. É crescendo como pessoa que podemos ajudar o nosso próximo e o mundo em que vivemos.
A nossa prece nesse início de ano deve ser diferente das que costumeiramente são feitas. Deve ser direcionada a conseguir um crescimento como pessoa na condição de criatura feita à imagem e semelhança de Deus.

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pensar, falar e escrever

Como é gostoso pensar. PENSAR é bom, faz um bem enorme e, além disso, nos organiza por dentro. Pensando, a gente define a vida, identifica o porquê das coisas. Às vezes, é pensando que se descobre, que nos conhecemos. Apenas é preciso saber aproveitar bem o pensamento, porque senão perde o sentido, fica sem proveito.
Entretanto, só pensar não resolve. É necessário expressar o pensamento, caso contrário, ele não tem valor. É egoísmo pensar e não FALAR. Às vezes, é falando que se ajuda a alguém. O silêncio pode trazer a omissão e a omissão é falta muito grave. Cada um deve falar para expor o que está dentro de si. É necessário apenas todo o cuidado na definição do que e quando falar, bem como ter cuidado para ser, na maioria das vezes, só sobre coisas boas, que venha construir algo. Nada de falar para ofender ou destruir.
ESCREVER, porém, exige um pouco mais da gente. Expor pensamentos no papel não é fácil; por isso, poucos são os que se dedicam a escrever. Quando tem de dizer alguma coisa preferem fazê-lo verbalmente. Na verdade PENSAR é bom, FALAR o que pensamos é importante, mas bom mesmo e muito mais importante é ESCREVER o que pensamos. O escrito não se acaba, permanece. O que escrevemos não fica limitado ao momento que escrevemos todo tempo pode ser aproveitado. Escrever é bom porque rompe barreira, encurta distância, penetra em lugares onde nunca acreditávamos que um dia chegaríamos. E acima de tudo ,o que escrevemos fica para posteridade.
Assim devemos PENSAR e pensar muito, porque pensar é bom e faz bem a gente. Não devemos parar de falar porque é necessário usar a voz para expor os pensamentos. Devemos criar o hábito, em qualquer que seja a idade, de ESCREVER aquilo que pensamos. Fazendo tudo isso, seremos úteis a NÓS mesmos, porque nos entenderemos cada vez mais;  ao PRÓXIMO, porque dividiremos com ele as experiências ; agradável a DEUS, porque estaremos ajudando a criatura humana a ser feliz, que é o grande desejo Dele.  Vamos continuar pensando, falando e escrevendo. Entendi isso há anos e foi por isso e para isso que “nasceu” esse Blog.

                                                                                                          05/08/1978

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Desfrutar


O brasileiro é complacente quando analisa outro país, mas extremamente rigoroso quando avalia seu próprio torrão natal. Essa atitude tem um lado bom. Faz o país se aperfeiçoar. Tem também um lado ruim.Cria um clima de reprovação e descrença, afetando sobremaneira a auto-estima do cidadão.
Depois de praticamente universalizar a educação, que era o grande desafio, a qualidade do ensino passou a ser o novo anseio da sociedade. Para atingir esse novo alvo, surge então um Plano que: ultrapassa o período de um governo (l5 anos);aperfeiçoa a avaliação de desempenho;cria metas com instrumentos de mensuração;prestigia o mérito;aumenta o piso salarial dos professores;amplia a jornada escolar;exalta o planejamento;contempla outros aspectos fundamentais para uma educação de qualidade.Houve um avanço. O Plano agora existe.Vamos, pois, comemorar alegremente e desfrutar das delicias do nosso amadurecimento.

José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Buscai e achareis


E bem possível que, às vezes, quem busque não ache, bem como quem ache nem sempre esteja buscando. Mas isto só raramente. De um modo geral, na verdade, só acha quem procura, pois só procurando é que se acha. Essa é a regra geral. E é sobre ela que agora escrevo.
Existe a paz. Ela está em algum lugar. Devemos buscá-la. Com certeza achá-la-emos. Quem sabe se ela não está dentro de nós? Pode não ser fácil achá-la. Mas não é impossível descobri-la. Quem a procurar, com afinco e determinação, claro que achará.
A educação é necessária, é fundamental. Deve estar presente em todas as instituições: escola, igreja, família e sociedade. Ela às vezes fácil; às vezes, difícil; às vezes, real; às vezes, ideal; às vezes, verdadeira; às vezes, falsa.  Aquele que se propões a ser um educador deve, diuturnamente, buscar a verdadeira educação, o ideal pedagógico, não importando se seja fácil ou difícil achá-la.
             E em estando na busca constante, dessa educação, com certeza estaremos também bem perto de encontrá-la. Só não a encontraremos em definitivo porque o alvo é tão dinâmico que sempre é alterado quando encontrado. Devemos proceder conforme disse o Grande Mestre, Jesus Cristo, aos seus discípulos: “quem busca, encontra; quem bate, abre; a quem pede, será dado”. Estamos em busca da paz, da verdadeira educação, da escola ideal, útil, fiel ao aluno, à família, à sociedade, ao país.
Acredite no que o Mestre ensinou aos seus discípulos. Quem busca, encontra!


José Milton de Cerqueira
Educador e Advogado
jmcblogger@gmail.com